Em cama de estrelas – Espiritualidade e Religião

“Na cama que fizeres te deitarás”…?! – O passado não tem de condicionar o nosso momento presente.
A “cama que fizemos” faz parte de um karma, faz parte de uma de nossas estórias, faz parte do que fomos ou sabiamos, sim.
Mas o presente faz parte do que agora somos ou sabemos,  da estória que escrevemos então na consciência deste “momento agora”
Deitar na cama que fizemos não é mais do viver aprisionado no passado, no ser vítimas de um destino que não controlamos no momento agora.
No “StarShamanismo” –  Xamanismo das estrelas – acreditamos que o passado, o presente e o futuro acontecem no mesmo tempo cósmico pelo que em cada  “agora” somos a refazer as “camas onde nos deitamos”.
Ser-se pleno no criar, no recriar, no co-criar da nossa estória pessoal e partilhada. E dessa plenitude resulta a consciencia de quem agora somos, do que agora refletimos, do que agora fazemos refletir e no que agora nos refletimos – em perpétuo e contínuo movimento de libertação de julgamentos e medos de “camas que fizemos”.
A libertação a que a espiritualidade starshamanica nos inspira é uma real alternativa à manipulação a que o ser humano se sujeita em termos sociais, económicos, políticos ou religiosos. Não concebo espiritualidade como meio de aprisionar ou condicionar espiritos ou a sua forma humana, as mentes, mas sim como um instrumento de aumento da nossa perceção do “horizonte de eventos” da alma
A forma como nos libertamos da manipulação é um não procurar tanto de respostas mas, ao invés, caminhar em reconhecimento  das perguntas.
Na verdade, não interessam as respostas mas muito mais interessam as perguntas: as respostas são pântanos proprícios a doenças epidémicas e as perguntas são rios que fluem em direção ao oceano da sabedoria
Essa é uma das caracteristicas da espiritualidade livre em comparação, por exemplo, com as religiões tradicionais. Sim, é mais cómodo obter respostas aparentemente formatadas aos nossos interesses mas que no fundo apenas servem para a gestão dos poderes ocultos ou pardos. E tudo o que condiciona, tudo o que julga, é perda de energia pessoal de co-criação e sóo faz se o aceitares.
A alma é manipulada “de fora” através do medo e dos julgamentos. Quando “se vende a alma” ao que “está fora” perde-se o livre arbítreo que reflete “o que está dentro”.  Os “poderes pardos” que tentam controlar o espírito encarnado funcionam desde a data da criação do ADN da forma humana e cabe aos visionários iluminados fazer o alerta sobre os processos de resgate possíveis. É na recuperação desse poder pessoal de co-criar o universo que nos aproxima de casa, do divino que somos.
A “normalidade” que formata os seres à imagem de um poder externo que manipula nunca pode ser espiritual. Um Ser consciente da sua espiritualidade é provocador, não se enquadra no conservadorismo das posturas radicais que diminuem a aceitação de ideias e sentires novos.
Ser espiritual é Ser divino.
Ser divino é também reconhece-lo em toda a vida sensivel e colaborar para a sua libertação das camas em que o “externo a nós” quer que se deitem.  Eis a tua missão!
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