Learning to Fly

Não sei que dizer-te. Sinto que já não existem as palavras. Penso-me então de que serei agora feito.

Voa.

Braços bem abertos para um horizonte lá longe.

Até sempre.

Quem seremos amanhã? Quem seremos hoje? Quem seremos ontem.

Não sei que dizer-te. Sinto que já não existem as palavras. Penso-me então de que serei agora feito.

Por isso, se não me ouvires… Sente-me no toque de cada batida do teu coração.

Sinto que já não existem as palavras.

Apenas as batidas de corações que voam.

E é isso que talvez sejamos, Sempre.

Até Sempre, nas batidas dos corações que voam – Hoje, Ontem. Amanhã

No deslizar de uma batida ritmada, abrem-se as asas dos anjos

No tempo viajam por entre corações que se abrem ao horizonte longínquo.

No Mar. No Sol. Na Lua Azul que existiu ontem.

E será nessas batidas de asas dos anjos, nesse ribombar dos tambores no coração que Sempre nos Seremos

Mar e Luz. Sol e Terra.

Voa.

anjo

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