E um milhar de estrelas brilhará em nós

Como bola de sabão que se cria num sopro;

Lábios que se tocam na brisa de um  sentir

Deslizas.  Estremeço.

Vibras. Desligo.

Suspendo-me num momento do tempo

que espera  por nós e torna eterno o agora.

 

Sentes-te na energia que eleva o templo do corpo

Num retorno à essência de quem somos

Sentires subtis que alimentam de sublime a Alma

E na eternidade desse instante brilhas

Entregas-te. Recebes-me.

E respiro de ti o sabor que me  tens, que te dás

E tens em mim o bater das asas de uma borboleta

Flutuo no corpo que em ti  renasce

 

Onde estás?

Procuro-te no meio dessas mil estrelas que criamos agora.

Procuras-me agora também nesse milhar de luzes?

 

E,  algures nesta bola de sabão – feita de tempo e espaço – os nossos corpos se alcançam então…

… no calor e na luz de uma fusão que nos recria, nos nutre do essencial

E um milhar de estrelas brilhará em nós

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