Das sombras, cinquenta.

Por onde te reconheces…

Em corporas-te?

Em Espiritualizas-te?

Procuras-te nas sombras da tua mente?

Procuras-te na Luz do teu Espírito?

As tuas escolhas definem as tuas consequências em quem te És.

O que alimentas em ti?

Sombra, Luz

Na alegoria da Caverna de Platão diz-se que os seres humanos têm uma visão distorcida da realidade – acreditando naquilo que nos é transmitido pelas forças dominantes – e assim se alimentam as sombras. Somos também aquilo que nos dizem sermos. E, sim, o código genético programado pelos “Gray”  prevê escravos e mestres.

É preciso sair da Caverna para ver a Luz do Sol. Para substituirmos 50 sombras por milhares de sóis.

O que te faz sentir a Luz; Quem te reconheces fora das sombras?

Em consciência do templo no teu corpo – no toque, na palavra, no sentir – na Energia que se partilha e nos preenche de Ser.

A consciência da subtileza do teu percurso enquanto alma que se ilumina.

Que desejo te alimenta?…

Só consegues dar-te o que estás dispost@ a oferecer.

Ofereces-te como luz ou como sombra?

Preenches-te de Ser?

Existe um momento em que finalmente o entendes.

As sombras da tua mente alimentam-se  dos medos e das carências – da necessidade de Amor.

Mas o Amor é Luz. Não pode ser de outro modo. E como seres que vimos e voltaremos à Luz, só o Amor nos é capaz de preencher divinamente.

“Emsombras”?

“EmLuminas”?

Sabes porque o Sou?

Sabes porque o És?

 

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